A Praça do Japão é um dos cartões-postais de Curitiba e uma referência de qualidade de vida para quem mora na região. Mais do que um ponto turístico, faz parte da rotina de quem caminha, corre, passeia com crianças e cachorros ou simplesmente gosta de ter uma área verde por perto.
Um pouco de história
Primeira homenagem urbana de Curitiba aos imigrantes japoneses, a praça foi projetada em 1958, segue as linhas dos jardins japoneses e ocupa 14 mil metros quadrados arborizados no Água Verde. Fica no encontro da Av. Sete de Setembro com a Av. República Argentina.
O que existe na praça
Em 1993, para os 300 anos da cidade, a praça ganhou o Portal Japonês, a Casa da Cultura e a Casa de Chá. O Memorial da Imigração Japonesa reúne objetos tradicionais e artigos culturais, cercado por jardins com espelhos d’água e pontes. A praça também abriga a Biblioteca Hideo Handa e, desde 2018, o espaço Tomie Ohtake, integrado ao conjunto.
As cerejeiras
Um dos momentos mais esperados do ano é a florada das cerejeiras, que atrai muitos visitantes à praça.
O que isso significa para quem mora perto
- Caminhadas e corridas em um ambiente arborizado e bem cuidado.
- Programas em família com crianças, sem precisar atravessar a cidade.
- Passeios com animais em uma área verde próxima de casa.
- Valorização da região, já que proximidade de praças e parques é um dos atributos mais buscados por compradores.
Os bairros ao redor
A praça fica no Água Verde, próxima ao Batel e ao Seminário. Morar nessa região significa combinar área verde, serviços e acesso rápido ao eixo da Sete de Setembro.
O Chronos, no Seminário, fica próximo à Praça do Japão, a cerca de 1,6 km do Pátio Batel. Para conhecer o empreendimento e o entorno, fale com a equipe Hestia pelo WhatsApp.