Em Curitiba, a busca por apartamentos em bairros como Batel, Bigorrilho, Água Verde e Seminário vem acompanhada de uma pergunta frequente: como é a segurança do prédio? A portaria é só a primeira camada. A proteção real depende do projeto do edifício, das tecnologias de acesso e dos procedimentos adotados no dia a dia.
Acesso de pedestres
Clausura. Espaço entre dois portões que nunca abrem ao mesmo tempo. O visitante entra no primeiro, é identificado, e só então o segundo é liberado.
Identificação. Biometria, reconhecimento facial e cartões registram quem entra e quando. Como envolvem dados pessoais, devem ser tratados de acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados.
Garagem
Portões duplos impedem que outro veículo ou uma pessoa entre aproveitando a abertura para um morador.
Elevadores
Sistemas que liberam apenas o andar de cada morador impedem a circulação de pessoas não autorizadas pelos pavimentos.
Entregas
Com o volume de compras online, receber encomendas virou questão de segurança. Salas de recebimento e armários inteligentes evitam que entregadores circulem pelo prédio.
Perímetro e iluminação
Em Curitiba, o inverno escurece mais cedo. Fachadas, calçadas e acessos bem iluminados fazem diferença na sensação de segurança ao chegar em casa no fim da tarde.
Portaria presencial ou remota
As duas podem ser seguras. O que define o resultado é a combinação com os outros recursos e a qualidade dos procedimentos.
O entorno
A segurança também depende do bairro. Ruas residenciais com movimento de moradores, comércio próximo e boa iluminação pública contribuem para a tranquilidade. Visite a região em horários diferentes, inclusive à noite.
Dentro da unidade
Fechaduras digitais e integração com o interfone completam o sistema. Para quem viaja, poder acompanhar acessos à distância traz tranquilidade.
Quer saber como funciona o controle de acesso do Chronos, no Seminário? A equipe Hestia explica os recursos previstos no empreendimento. Converse com a gente pelo WhatsApp.